
Thiago Pethit lança seu novo álbum, “Berlim, Texasâ€. Poesia para os ouvidos, doses de doçura para a alma. A simplicidade em forma de som. Deguste agora.
Conversamos enquanto cerzia os bonecos rasgados dos meus cachorros, escutando suas músicas. Foi como estar num filme, numa cena de teatro. O som vindo de longe e a simplicidade tomando conta do lugar.
Tive o prazer de trabalhar na direção artÃstica do álbum. Thiago Pethit é um artista completo, com segurança, bom gosto, alto astral e um senso de praticidade Ãmpar, sempre direcionando os passos do projeto, da capa – com arte de Renan Costa Lima – ao figurino.
SHHH - Qual é a inspiração?
PETHIT - O universo dos teatros de vaudeville. Shows com mágicos, dançarinas, bizarrices e músicas. O clima dos cabarés da Alemanha nos anos 20, o teatro do Brecht. O Saloon Bar do Tom Waits. Vaudevilles separados geograficamente e por momentos históricos e temáticas diferentes.
SHHH - E como é seu vaudeville?
PETHIT - É um pequeno palco, no qual eu canto sobre mim, sobre meus afetos e desafetos.
SHHH - Vejo seu trabalho como parte de uma geração que preza pela composição acústica, pela poesia nas letras e pela mensagem simples e direta…
PETHIT - O excesso de informação nos fez buscar uma forma simples de dizer o necessário. Simples, não simplista! Por isso essa poesia, que não é elaboradÃssima, mas é a forma mais direta, e no meu caso, mais genuÃna e delicada de me comunicar. Simplicidade com muita verdade.
SHHH - Há um gênero musical?
PETHIT – Sei que faço música pop, universal e contemporânea, um tanto folk, no modo de fazer, sobretudo. Acho que não existe mais nome que defina nada hoje em dia, se você não for um purista. Minha música não é moderna e não é antiquada, mas soa como as duas coisas, como se fossem clássicos contemporâneos.
SHHH - Você toca algum instrumento?
PETHIT - Toco um pouco de piano e violão, mas não sou músico! Nunca estudei realmente nenhum dos dois. Apenas como autodidata. Mas sei apenas o necessário para compor e tocar as minhas próprias canções, com a liberdade de tocá-las do meu jeito.
SHHH - Suas letras falam de quê?
PETHIT - São relatos, cartas, às vezes contos, em suas maiorias muito pessoais e sobre o amor, ou a sua ausência.
Fala mais Pethit:
Prefiro cantar… Sobre as coisas que eu sei e conheço ou fantasio, ao invés de coisas que não estão na minha vida. Não soaria real.
Eu bebo... Em valsas francesas, no tango argentino, no folk dos anos 70, nos cabarés, trilhas de cinema e até numas porcarias do pop atual. rsrs
Na web… Tenho todo o mapa-múndi para dialogar e receber tanta informação tão diretamente que isso me fez pensar sobre a minha necessidade diálogo e por isso procurei pela música.
Shhh… Nenhuma arte pode ser mais Ãntima entre artista e publico que a música.
- 01.Não Se Vá
- 02.Mapa-Múndi
- 03.Sweet Funny Melody
- 04.Nightwalker
- 04.Outra Canção Tristonha
comente up
o disco ficou muito bonito.
suave.
Me encanta!
Bons fluÃdos gratuitos prêt-à -porter. Danke sehr!
pura prosa e verso. preciso.
delÃcia. ainda bem que existe a música! e que lindo ele é, piora tudo.
o mais bonito é ver o Thiago afirmando que faz a sua música com liberdade. lindo. beijos!
É FICAR DEITADO NO CHAO …OU SENTADO D FRENTE PARA O MAR..OU FICAR NA CHUVA…OUVINDO THIAGO PETHIT…PARA SE RENOVAR.. PARA FICAR FELIZ…PARA GANHAR O DIA…
balsAmo!
[...] de Berlim,Texas tem melodia suave que casam com a voz doce de Thiago Pethit. Em entrevista ao site shhh.fm, o cantor diz que está em busca da simplicidade, “o excesso de informação nos fez buscar uma [...]
música bonita do thiago…
luxo !!!!
so lovely!
adorável!